Skip to main content

Os 7 erros mais comuns em SEO

Reunimos os erros mais comuns que os analistas de SEO cometem e que nós mais vemos por aí. Separamos sete deles e é sobre eles que vamos falar neste vídeo. Desde mitos do universo do SEO até falhas estratégicas no início da gestão. Ah, também incluímos dicas para quem quer começar na área e uma dica extra exclusiva para este post (que não está no vídeo, mas no fim desta página)!

Em menos de 15 minutos você vai descobrir muitas dicas bacanas! E mais uma coisa: não precisa se preocupar em anotar as dicas para não cometer os mesmos erros. Nós fizemos isso por você! Para deixar tudo mais simples, transcrevemos o vídeo todo e separamos por tópicos cada um dos erros, na parte de baixo do vídeo. É só salvar como favorita esta página e ter acesso à ela sempre que quiser. Tudo certo? Então dê o play!

 

Terminou o vídeo?
Espera! Antes de sair, clique aqui e veja uma dica extra incrível de SEO que temos para você!

 

“Mas, antes de começar, gostaria de falar sobre um conteúdo novo que vamos gerar aqui na Mateada, que é o Mateada Podcast. O Mateada PodCast vai ser (na verdade já é…) um pouquinho diferente, porque vai ter mais pessoas participando, além de mim (Carina) e do Denis. E o conteúdo também será um pouco diferente, né Denis?

A gente vai falar (e já fala muito nos episódios) sobre como é a vida em agência. Vamos contar histórias, vamos falar do nosso dia a dia, vamos ter convidados diferentes que trabalham em outras agências ou que já tiveram alguma experiência em agência. Tudo para compartilhar um pouco dessa vida diferente que a gente leva. Seja trabalhando em agência de marketing digital, em agência de publicidade ou em qualquer coisa que envolva esse nosso mundo.

Então, se você se identifica com esse assunto, assine nosso canal no iTunes que temos certeza que você vai gostar!

Então, hoje a gente separou, aqui, uma lista de sete erros que vemos os analistas de SEO cometendo. E o primeiro do ranking, pelo menos que nós vemos por aqui, é bloquear as pastas de .js e .css no robots.txt!

Erro #1 – Bloquear pastas de .js e .css no robots.txt

É muito comum, antigamente até se bloqueava esses arquivos que não eram bem de conteúdo, que teoricamente o Google não leria. Mas, de uns anos para cá, o Google começou a renderizar as páginas.

E para ele entender como funciona o seu layout, se é adaptado para mobile e se tem uma boa experiência para o usuário, agora os robôs do Google leem essas pastas e conseguem compreender. Por isso que nós precisamos desbloquear, agora. Quem tinha bloqueado, lá no passado, as pastas de .css e JavaScript, agora precisa remover esse bloqueio de lá.

Dentro do Google Search Console, quase que eu falei Google Webmaster Tools, que o nome mudou recentemente… Dentro do Google Search Console tem uma ferramenta que é Rastrear como o Google. Então, a gente consegue buscar uma página qualquer do site que você administra e pedir para ele renderizar a página. Para você ver como o Google está vendo aquela página renderizada.

Se por um acaso ele não conseguir fazer download de um arquivo que ele considerava importante para fazer essa renderização, ele vai te mostrar os erros ali. Então é importante, além de fazer o desbloqueio prévio lá no robots, ainda testar algumas páginas nessa ferramenta para ter certeza que não esqueceu de nenhuma.

É, porque, às vezes, a pasta em que estão os .js e os .css necessários para montar um layout não estão em uma pasta com o nome tão óbvio. Às vezes pode ter um plugin, alguma coisa que você possa estar usando, então essa ferramenta do Google Search Console ajuda a identificar onde é que estão esses arquivos.

Erro #2 – Não atualizar links quebrados no conteúdo das páginas

E a nossa dica número dois: é muito comum a gente fazer links. Principalmente quando a gente está falando de blog, de conteúdo em que os links inseridos no meio do conteúdo são gerados manualmente. Ou seja, na edição do post acaba colocando o link lá. É uma técnica de linkagem interna que funciona muito bem.

Só que o que acontece muitas vezes… O site para qual linkamos não existe mais, o conteúdo foi movido para outro lugar ou até mesmo dentro do próprio site, se eu tenho uma mudança que foi feita no padrão de URLs. E aí aquela URL antiga continua ali, quebrada.

Link Quebrado

Essa regra vale mais para quando o link está dentro do conteúdo. Porque quando ele é um link de navegação esse erro não acontece, porque, normalmente, ao fazer uma mudança o próprio sistema já entende que houve essa alteração e acaba mudando todos os links. Mas, dentro do conteúdo, isso não acontece.

Então, de tempos em tempos, você tem que fazer um rastreamento completo de todas as suas páginas para ter certeza que não existe linkagem quebrada. Que não existe links para páginas que não existem mais.

Uma maneira mais fácil de rastrear esses links, sem precisar ficar navegando no site inteiro e clicando para ver se está funcionando é usar uma ferramenta que chama Xenu. O nome é feio e a ferramenta também é bem feia, só que ela é muito útil! Isso porque ele faz uma varredura em todos os links do site e simula como se fosse um robô de busca, mesmo.

E quando ele encontra uma URL com status diferente de 200 (que é o OK), ele vai mostrar lá, vai destacar. É uma maneira mais fácil de você encontrar esses links no seu site sem precisar procurar um a um – que seria insano fazer isso com milhares de páginas.

Erro #3 – Não especificar no HTML o tamanho da imagem

Tem um erro muito comum também que a gente vê nos sites por aí que é não especificar, no HTML, o tamanho da imagem. Muitas vezes a gente sobe uma imagem, imagens com tamanhos diferentes, só que quando ela vai abrir no layout é importante que o HTML navegador saiba o tamanho dessa imagem. Para não dar quebra de layout, para ele saber exatamente o tamanho necessário que ele precisa na hora de montar a parte visual.

E, já que estamos falando de imagem, sempre vale aquela dica de otimizar o tamanho da imagem. Imagens muito pesadas vão deixar o carregamento muito mais demorado, o que é ruim para SEO. Então, já que estamos falando de imagem, sempre é bom reforçar isso. Use um Photoshop, ferramentas online ou, muitas vezes, até a própria ferramenta de publicação já faz essa otimização. Mas garanta que isso está acontecendo!

Não adianta salvar a imagem em uma resolução altíssima lá, que não vai fazer diferença para quem está navegando. Então quanto mais leve for a imagem, melhor! Uma ferramenta que ajuda nesse trabalho, também, é o PageSpeed Insights. Que além de testar outras coisas de tempo de carregamento, ele vai listar para você as imagens que estão atrasando mais o carregamento das páginas. Então, sempre é bom dar uma olhadinha lá também.

Posso só dar uma dica complementar sobre Page Speed? Tem só que tomar um pouco de cuidado lá, porque às vezes ele diz que você tem uma imagem que pode ser otimizada. E ele vai dizer que, sei lá, diminuir 20% do tamanho da imagem. Ela tinha 17 KB e, aí, otimizada ela vai para 15. Nesse caso não vale a pena. Então tem que ter um pouco de bom senso.

É uma ferramenta excelente, a gente usa ela diariamente aqui, mas é bom sempre parar e pensar porque ele está dando aquela informação. Porque é uma máquina, ele calculou ali que seria possível reduzir 20% e vai te dar essa dica, mas 2 KB não vai fazer diferença nenhuma.

Erro #4 – Achar que quantidade é melhor do que qualidade

Um erro bem comum e bem antigo já em SEO, é achar que quantidade é melhor que qualidade. Ficar se empenhando em fazer quantidade. Vale tanto para Link Building quanto para conteúdo. Acho que de tanto se falar em curso e palestra, de tanto bater na tecla “tem que fazer Link”, “tem que fazer conteúdo”, a galera fica alucinada e começa a fazer muito de tudo.

E o exagero nunca é legal. É melhor você fazer uma coisa bem feita, você se dedicar a fazer uma coisa bem legal, do que ficar fazendo muito. Link e conteúdo a gente vê acontecer muito desse tipo de erro.

Erro #5 – Esquecer de documentar os resultados de trabalho

E uma outra coisa bastante importante em SEO, que eu vejo muitos analistas negligenciar isso, é mensurar, e documentar principalmente, tudo o que foi feito e todos os resultados que foram obtidos. Use o mecanismo que você tiver, ou se você tem uma ferramenta, ou você pode fazer essa documentação em uma planilha de excel, ou até mesmo dentro do Google Analytics (você consegue deixar uma anotação ali).

Cada coisa que foi aplicada no site, do resultado que você conseguiu obter com aquilo – ou não. Então, monitore isso, vai servir de aprendizado. É o que você vai saber, de tudo o que você fez, o que deu resultado ou não. Vai conseguir montar relatórios mais ricos para os seus clientes, vai conseguir (a longo prazo) dividir esse projeto com outra pessoa.

É muito mais fácil começar um projeto novo e sair documentando tudo, do que pensar em documentar em alguma coisa depois de ter feito há um mês atrás. Então, essa dica é fundamental! Documentar 100% dos passos, não apenas o que foi feito como também todas as conquistas – e prejuízos.

Então, fez alguma alteração e o site caiu de posição, ou diminuiu o tráfego, documenta isso. Qual foi a ação? O que você acha que aconteceu para aquilo: Mas documentação tem que ser instantânea: notou a queda ou o aumento, faz documentação para não esquecer. E a mensuração é importante para o aprendizado, assim como você (Denis) falou, mas é importante também a gente não simplesmente engolir aqueles dados que o Analytics nos dá, por exemplo.

Porque às vezes são só dados. Não podemos nos basear apenas em dados. A gente tem que tirar a informação do dado. Então, enxergar com um olhar crítico e tentar entender, ir mais a fundo, explorar todos os relatórios do Google Analytics e fazer sua própria análise, ver onde você acertou e errou.

E não só no Google Analytics como em outras ferramentas também. Google Search Console, enfim, pode usar o Google Trend, ferramenta de monitoramento de palavra-chave, o SEMrush que é uma ferramenta sensacional para isso. Existem milhares de ferramentas, o importante é monitorar todas as informações que você conseguir!

Erro #6 – Olhar somente para o volume de busca da palavra-chave

E falando em palavra-chave, em monitorar o posicionamento de palavras-chave… Um erro também, muito comum, é quando a gente vai fazer um estudo, uma pesquisa de palavra-chave, a gente olhar só para o volume de busca.

Lógico que o volume de busca é importante para não começarmos a trabalhar uma palavra que ninguém está buscando ou que estão buscando pouco. Mas também, bastante importante, é olhar para a concorrência, né? Olhar para a concorrência e também pensar um pouco na experiência do usuário.

Não é porque tem uma palavra-chave que é muito buscada que eu vou sair usando ela sem parar para pensar: será que essa palavra-chave realmente está relacionada? Quando alguém vai no Google e faz essa pesquisa, ele realmente está procurando pelo conteúdo que eu tenho para oferecer? Ou eu simplesmente estou obcecado por aquele volume de buca ali.

É inadmissível você fazer uma estratégia de palavra-chave e não fazer essa busca no Google para ver o que está aparecendo. Quais os resultados que estão entregando para você!

E, se você fosse o usuário que estivesse fazendo aquela busca, se você ficaria satisfeito com aqueles resultados que está vendo.

Erro #7 – Esquecer de ler as diretrizes de qualidade do Google

E, para finalizar, a nossa dica de número sete ela tem uma ligação direta com praticamente todas as outras dicas que a gente passou. Que é o erro de não ler e não acompanhar as diretrizes de qualidade do Google. É preciso ler aquilo muito mais que uma vez. A gente precisa ter quase que decorado todas as informações que têm lá.

Porque ele é muito completo. Por mais que algumas coisas estejam escritas nas entrelinhas, nesta documentação do Google, mas tudo está lá de alguma forma. O Google está nos descrevendo o que ele gosta e o que ele considera como qualidade dentro de um site. Então, se você souber muito bem o que fazer, você vai ter munição para conseguir otimizar as suas páginas.

E, também, vai se precaver para o caso de ser punido. Sabendo exatamente quais são as regras do jogo, você não corre o risco de pisar fora do caminho e o Google acabar penalizando você. E para quem está começando em SEO essa é uma dica bem valiosa também.

É o primeiro material que você tem que ler são essas diretrizes do Google. Até para você poder julgar depois o resto do material que você encontrar na Internet, em vídeo ou e-Book. Aí você vai conseguir comparar com o que leu lá nas diretrizes e ver se faz sentido ou não. Então, sua primeira bagagem tem que ser essa.

E esses são os sete erros mais comuns que a gente encontra nos sites que analisamos por aí. Tem algum erro comum que você encontra nos seus projetos e que nós não falamos aqui? Deixa um comentário para contribuir com essa lista! E deixa um joinha aí embaixo e muito obrigada por ter assistido lido este vídeo. Não esqueça de assinar o nosso canal (deixamos o botão logo abaixo para facilitar!) e até o próximo vídeo!”

 

 


Agora você mesmo pode se aventurar pela universo do SEO e descobrir o que seu site tem de ponto positivo e o que falta para ele ficar otimizado! Aliás, aproveitando o assunto, que tal resolver uma velha e pertinente dúvida: se vale a pena fazer o SEO dentro da sua empresa, contratando alguém para trabalhar com você, ou fazer com uma agência especializada em marketing digital?

Nós fizemos um levantamento de prós e contras de cada uma das opções e trazemos o resultado em primeiríssima mão para você em outro post do nosso blog! Acesse e solucione de vez este problema: Fazer SEO em “casa” ou na Agência? Descubra a melhor opção!

Priscilla Mella

Jornalista, analista de conteúdo, entusiasta do empreendedorismo, fascinada pela Segunda Guerra, apaixonada por content marketing, por literatura romancista e por Star Wars.